Qual a sua opinião sobre o teísmo aberto?
“Teísmo Aberto é a teologia que nega a onipresença, a onipotência e a onisciência de Deus. Afirmam seus defensores que o termo “Todo-poderoso” não pode ser extraído do contexto bíblico pois, segundo eles, a tradução original da palavra do qual é traduzida tal expressão havia se perdido ao longo dos séculos. O Teísmo Aberto tem origem na Teologia do Processo. Surgido na década de 30, a Teologia do Processo, tendo como principais representantes Charles Hartshorne, Alfred Whitehead e John Cobb, é uma tendência filosófico-teológica chamada panenteísmo, que consiste na aproximação do pensamento teísta e panteísta. Herdando as características de tais inovações mais filosóficas que teológicas, surgindo a seguir o Teísmo Aberto.
O termo Teísmo Aberto teria sido cunhado pelo adventista Richard Rice em 1980, sendo que os principais defensores teólogos são John Sanders e Clark Pinnock.”
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Te%C3%ADsmo_aberto















Rm 4.17 – “…Deus, o qual vivifica os mortos e chama as coisas que não são como se já fossem”.
Deus chamou Josias pelo nome 300 anos antes dele nascer, conheceu Ciro também 100 anos antes dele existir. Ora, se Deus fez Josias e Ciro, dentre milhões de espermatozóide possíveis que daria em outra pessoa e soube a escolha do nome que os pais iriam colocar, como não saberia o nosso futuro e nossas escolhas? Ele também fez você e eu, e fará toda sua árvore genealógica.
Se eu afirmo: Deus é maior, logo Ele é maior do que tudo. Se eu digo: Deus não conhece o futuro, ele se torna semelhante ao homem não importando o nível de conhecimento probabilistico que se possa ter. Daí, se Deus não conhece o futuro e o homem também não, implica que o Deus é igual ao homem no que diz respeito ao conhecimento do futuro, logo não posso dizer que Deus é maior do que o homem. Subtende-se que Deus não é grande e perde sua divindade.
Assim, ou Deus é onipresente, onisciente e onipotente, ou a Biblia mente.
Se a questão é só referente ao conhecimento do futoro, além das afirmações categoricas da onisciência de Deus constantes da Bíblia, temos as profecias cumpridas, que a comprovam.
Assim, se alguém pretende que defender que Deus não tenha qualquer destes atributos, não pode fazê-lo baseando-se na Bíblia ou mesmo em textos sagrados de qualquer das outras religiôes Teístas.
Deus é colocado como onipresente, onisciente e onipotente não apenas no Antigo Testamento (judeus) e no Novo Testamento (cristãos), mas também no Corão (muçulmanos), no Baghavad Gita, no Tao-Te-King (taoistas), nos Vedas e nos Vedantas (Hindus e outras religiôes orientais que os adotam), entre outros. Mesmo os textos udistas, que não tratam a vida a partir de um ponto de vista teológico, revelam que ao atingir o Nirvana, que seria, resumidamente, uma diluição final no “Todo”, com o fim do sofrimento, o próprio iluminado teria poderes e consciência ilimitados. Isto aconteceria justamente por ter se tornado um com o “Todo”, ou seja, por ter se feito um com Deus.
Assim, o Teísmo Aberto não pode se basear em nenhum texto sagrado.
Ora, é tua vida que está em jogo. Na opinião de quem preferes arriscá-la, na do autor dos textos sagrados ou na opinião de um homem qualquer, que hoje pensa de um jeito, amanhã de outro?
Fiquem com Deus!
Na teologia relacional, Deus não vive o absurdo de saber o futuro e o permitir, mesmo quando isso signifique a morte de milhões de pessoas. Mas, a questão é que para muitos, não se pode admitir um Deus que, por sua onipotência, possa simplesmente não ditar, ou se posicionar como um tirano diante da sua criação. A teologia clássica defende não só um Deus que sabe o futuro, mas que tiraniza a humanidade e tira do homem a sua própria responsabilidade de escolha.
É claro que se tivermos uma leitura bíblica fundamentalista (que não respeita o contexto histórico nem o ambiente de escrita), não iremos conseguir perceber algumas verdades da teologia relacional.
Mas enfim, não sou defendor da teologia relacional, ou teismo aberto como queiram, mas também não vejo dificuldade em entender que Deus escolhe não saber o futuro a fim de preservar a plena liberdade a autonomia da sua própria criatura, a não ser em circuntâncias próprias quando ele determina o futuro cosmico da humanidade.
Essa mesma premissa teológica vale para a idéia de que Deus não peca. A afirmação Deus não peca é errada, e a certa é que Deus PODE NÂO pecar.
que devemos fazer diante de tão grande heresia? é hora de nos posicionar-mos e na linha de frente defender o que aprendemos sobre a verdadeira teologia ou seja que o estudo sobre Deus seja mencionado sem reservas. devemos expor toda sua soberania, falar dos seu atributos e lança por terra a idéia de que deus está submisso a o tempo e vvivendo a historia dos acontecimentos com a humanidade limitado a sua divindade inapto ou incapaz de prever o futuro. o jamais seria ncapaz de viver em um planeto que deus não estivesse no contrlole. pois talvez todos já teriamos sido destruidos. mas a historia da humanidade aponta para Deus como um ser supremo que está no controle de tudo. um texto me prende a atenção Romanos 11:34,35,36 quem compreendeu a mente do Senhor? ou quem foi seu conselheiro? ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja reconpensado? Porque dele e para ele são todas as coisas. glória pois a ele eternamente amém. além desse texte há em toda biblia um contidade expressiva de texto que expessam a soberania de Deus. Deus não está no tempo ele sempterno.